03/06/2015

Câmara oficializa a criação do Corredor Histórico Cultural no Palácio Nilo Peçanha

O plenário da Câmara Municipal de Campos aprovou na sessão ordinária desta terça-feira (26) projeto de iniciativa da Mesa Executiva, de nº 086, que institui a criação do Corredor Histórico Cultural nos jardins do Palácio Nilo Peçanha, sede do Poder Legislativo. A proposta foi aprovado por unanimidade.

No local, já foram erigidos monumentos que eternizam campistas que se tornaram personagens ilustres da história do Brasil como Nilo Peçanha, José do patrocínio e o capitão Ricardo Kirk, primeiro aviador brevetado do Exército brasileiro, que morrem em missão de combate. Os próximos vultos históricos homenageados serão Benta Pereira e Saldanha da Gama.

O presidente da Câmara, vereador Edson Batista, agradeceu pela aprovação do projeto, solicitando aos vereadores que sugiram novos nomes para serem homenageados com um busto no Corredor Cultural.

“O projeto visa compartilhar formalmente essas iniciativas na área da cultura com todos os vereadores. Não são iniciativas apenas da Mesa Diretora, e todos os vereadores podem sugerir nomes de outros campistas ilustres a serem homenageados”, disse o presidente do Legislativo.

Já o projeto de nº 083, que autoriza o Poder Executivo a alienar os imóveis patrimonializados através de dação em pagamento, teve votos contrários dos vereadores da oposição, Fred Machado, Nildo Cardoso, Rafael Diniz, Marcão e José Carlos, e dos vereadores Alexandre Tadeu e Dayvison Miranda. A vereadora Auxiliadora Freitas se absteve de votar.

O vereador Nildo Cardoso propôs que o projeto fosse retirado de pauta para uma melhor análise. Ao justificar o voto, após a aprovação, ele disse que votou contra por falta de clareza.

SOLUÇÃO PARA DÍVIDAS DE EMPRESAS
 - O vereador Kellinho explicou que o projeto autoriza a prefeitura a realizar a venda de imóveis pertencentes ao município, por meio de leilão, para sanar dúvidas do Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam).

“É uma forma de a prefeitura reaver os recursos que não foram pagos pelas empresas que pegaram empréstimo junto ao Fundecam. Elas cedem os bens em troca da dívida”, explicou.

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