A Câmara Municipal, a partir da agora terá no Arquivo Público Municipal (APM) o “Espaço de Memória da Câmara Municipal”, uma sala destinada a preservar a memória, os registros e demais itens do acervo histórico do Legislativo. O convênio foi assinado na manhã desta terça-feira (06) pelo presidente da Câmara, Edson Batista; pela prefeita Rosinha Garotinho; e pela presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro. O secretário de Governo, Anthony Garotinho, acompanhou a reunião.
Na ocasião, Batista entregou à prefeita três exemplares da Lei Orgânica Municipal em braile. Os livros foram enviados à Câmara através de uma parceria entre a casa de leis campista e a Associação Brasileira de Escolas do Legislativo (ABEL), localizada no Senado Federal. De acordo com a prefeita, os exemplares serão enviados a Biblioteca Nilo Peçanha, a Casa de Cultura de Goitacazes e a Biblioteca do Farol de São Tomé.
“Fizemos contato com o presidente da Abel, Florian Madruga, que trouxe os exemplares para nós durante o Giro + Legislativo. Entregamos um exemplar ao Educandário dos Cegos e agora vamos disponibilizar à população através da prefeitura. Também assinamos hoje o convênio que permitirá à Câmara enviar seus arquivos ao APM para que sejam restaurados, arquivados da melhor forma para manter nossa história e disponibilizados para pesquisa”, disse Edson Batista.
Rosinha lembrou o trabalho realizado pelo Arquivo Municipal, que fica no Solar do Colégio, em Tocos. “Agradecemos à confiança da Câmara por entregar a restauração de documentos tão importantes ao nosso arquivo. Isso é fruto do trabalho de excelência feito no APM que é reconhecido internacionalmente. Nada mais correto para uma cidade com uma história tão expressiva que os poderes Executivo e Legislativo se unam para preservá-la”.
A presidente da Fundação Cultural ressaltou a importância do acervo do Monitor Campista, que hoje faz parte dos arquivos da Câmara. “A recuperação do acervo do Monitor é anseio de toda a comunidade acadêmica e de pesquisadores, mas sobre tudo um direito da população de ver preservada sua história através dos 175 anos de um jornal que cobriu o seu dia-a-dia”, afirmou Patrícia.
*Por Vivianne Chagas
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