No Senado, não no horizonte uma votação tão importante quanto aquela
em que o governo foi derrotado, na indicação do presidente da Agência
Nacional de Transportes Terrestres.
Na Câmara, o novo líder, Arlindo Chinaglia (PT-SP), passará por uma
prova de fogo: a votação do novo Código Florestal — que era para ocorrer
esta semana, mas deverá ser adiada.
No gabinete de Cândido Vaccarezza (PT-SP) diz-se é que se ele não tivesse sido destituído agora o seria na votação do Código.
Por que?
Porque a avaliação generalizada na Câmara é de que o Código só passa
se o governo permitir alterações no projeto aprovado pelo Senado.
Mas a ministra-chefe das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, com
quem Vaccarezza não se dava, cortou toda margem de negociação sobre o
Código, e isso tornaria inevitável um choque do líder do governo com o
Planalto, ou a sua derrota em plenário.
Qualquer das duas situações colocariam a sua cabeça a prêmio.
Não se sabe se Ideli colocou Vaccarezza em xeque apenas para
fritá-lo. Mas, na última reunião de líderes, a ministra disse claramente
que era tudo ou nada: o Palácio só aceitaria a aprovação do texto
exatamente como veio do Senado.
Deixou a todos de queixo caído.
Agora é ver se, com Arlindo Chinaglia como líder, Ideli cederá.
Por: Poder Online
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