*Jornal O DIA
Ministério do Planejamento já autorizou abertura de 246 oportunidades de níveis Médio e Superior. Serão 104 vagas para técnico, 133 para analista e 9 para consultor
POR PRISCILA BELMONTE
Rio - Com salários que podem chegar a R$ 24 mil, mais benefícios,
os cargos no Senado estão nos sonhos de estudantes e profissionais de
níveis Médio e Superior. Com a autorização do Planejamento para a
realização do concurso, obtida no fim do mês passado, é hora de se
dedicar aos estudos e aumentar as chances de aprovação. Serão oferecidas
246 vagas: técnico (104), analista (133) e consultor (9). Mas, caso
seja necessário, outros classificados serão chamados, o que amplia as
chances dos participantes.
De acordo com Leonardo Pereira, especialista do Instituto IOB, candidatos de Nível Médio devem começar a preparação pelas disciplinas de Português, Direito Constitucional (noções), Informática e Lei 8.112. Para quem possui Nível Superior, o ideal é iniciar os estudos pelas matérias de Direito Constitucional e Direito Administrativo.
“Os candidatos (Médio e Superior) devem esperar um elevado número de participantes no concurso, o que aumenta o grau da disputa por vaga. Por isso, fazer provas anteriores é fundamental”, recomenda Pereira.
A última seleção, realizada em 2008 e organizada pela Fundação Getúlio Vargas, trouxe 70 questões objetivas para cargos de Nível Médio e 80 para os de Superior, além de uma questão discursiva e redação. “Na ocasião, as provas de Nível Superior foram de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol) e Conhecimentos Gerais, além das matérias específicas”, lembra a professora de Direito Administrativo do Curso Maxx Livia Marins.
“Já os candidatos de Nível Médio foram submetidos a exames de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Conhecimentos Gerais, Noções de Informática, Processo Legislativo ou Administração, de acordo com o cargo”, acrescenta.
Preparação: estudos de até 10h por dia
Aluno do Concurso Virtual, Raimundo Espíndola, 39 anos, parou de trabalhar há seis meses para se dedicar à preparação do concurso do Senado. “Estudo, em média, 10 horas por dia. Faço cerca de 30 a 40 exercícios de cada matéria. O tempo de resolução das questões também é muito importante para mim. Procuro diminuir esse tempo a cada dia. O importante é continuar estudando e estabelecer metas”, diz.
SAIBA MAIS
CRONOGRAMA
O candidato deve planejar os estudos, montando um cronograma de acordo com sua disponibilidade e rotina. Sem uma estratégia de preparação, é difícil dividir o tempo sem negligenciar alguma disciplina. Portanto, essa é uma tarefa obrigatória.
TEORIA E PRÁTICA
Refazer questões de provas anteriores, assistir a videoaulas, fazer simulados e exercícios sugeridos em apostilas são armas usadas por estudantes como Angela Albuquerque de Oliveira. É importante mesclar a leitura com a prática, o que facilita aprendizado e memorização.
SUPERAÇÃO
Vencer os próprios bloqueios e controlar a ansiedade é fundamental para entrar na disputa.
BATE-PAPO COM LEONARDO PEREIRA, PROFESSOR DO INSTITUTO IOB
Para ser bem-sucedida, a preparação do candidato deve levar em consideração matérias de maior peso, editais e provas anteriores e, principalmente, o perfil da banca responsável pelo concurso. Somente com base nessas informações é que será possível direcionar os estudos.
1. No último concurso, a organizadora foi a FGV. É possível que seja mantida?
—A julgar pelos recentes editais federais, ela deve ser mantida. Mas não podemos desconsiderar que, com a mesma força e sintonia com os concursos da área federal, está o Cespe/UnB, com um perfil de prova bem diferente do que normalmente ocorre com a FGV.
2. A banca oferece muitas pegadinhas? Como elas podem ser evitadas?
—A disciplina de Português da FGV requer sempre muita atenção, trazendo textos de qualidade e questões que exigem conhecimentos sobre análise sintática, técnicas de interpretação de textos e estilos literários, entre outros. A prova não possui muitas pegadinhas. É uma das bancas mais justas do momento, que não exige comportamento crítico.
De acordo com Leonardo Pereira, especialista do Instituto IOB, candidatos de Nível Médio devem começar a preparação pelas disciplinas de Português, Direito Constitucional (noções), Informática e Lei 8.112. Para quem possui Nível Superior, o ideal é iniciar os estudos pelas matérias de Direito Constitucional e Direito Administrativo.
“Os candidatos (Médio e Superior) devem esperar um elevado número de participantes no concurso, o que aumenta o grau da disputa por vaga. Por isso, fazer provas anteriores é fundamental”, recomenda Pereira.
A última seleção, realizada em 2008 e organizada pela Fundação Getúlio Vargas, trouxe 70 questões objetivas para cargos de Nível Médio e 80 para os de Superior, além de uma questão discursiva e redação. “Na ocasião, as provas de Nível Superior foram de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol) e Conhecimentos Gerais, além das matérias específicas”, lembra a professora de Direito Administrativo do Curso Maxx Livia Marins.
“Já os candidatos de Nível Médio foram submetidos a exames de Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Conhecimentos Gerais, Noções de Informática, Processo Legislativo ou Administração, de acordo com o cargo”, acrescenta.
Preparação: estudos de até 10h por dia
Aluno do Concurso Virtual, Raimundo Espíndola, 39 anos, parou de trabalhar há seis meses para se dedicar à preparação do concurso do Senado. “Estudo, em média, 10 horas por dia. Faço cerca de 30 a 40 exercícios de cada matéria. O tempo de resolução das questões também é muito importante para mim. Procuro diminuir esse tempo a cada dia. O importante é continuar estudando e estabelecer metas”, diz.
SAIBA MAIS
CRONOGRAMA
O candidato deve planejar os estudos, montando um cronograma de acordo com sua disponibilidade e rotina. Sem uma estratégia de preparação, é difícil dividir o tempo sem negligenciar alguma disciplina. Portanto, essa é uma tarefa obrigatória.
TEORIA E PRÁTICA
Refazer questões de provas anteriores, assistir a videoaulas, fazer simulados e exercícios sugeridos em apostilas são armas usadas por estudantes como Angela Albuquerque de Oliveira. É importante mesclar a leitura com a prática, o que facilita aprendizado e memorização.
SUPERAÇÃO
Vencer os próprios bloqueios e controlar a ansiedade é fundamental para entrar na disputa.
BATE-PAPO COM LEONARDO PEREIRA, PROFESSOR DO INSTITUTO IOB
Para ser bem-sucedida, a preparação do candidato deve levar em consideração matérias de maior peso, editais e provas anteriores e, principalmente, o perfil da banca responsável pelo concurso. Somente com base nessas informações é que será possível direcionar os estudos.
1. No último concurso, a organizadora foi a FGV. É possível que seja mantida?
—A julgar pelos recentes editais federais, ela deve ser mantida. Mas não podemos desconsiderar que, com a mesma força e sintonia com os concursos da área federal, está o Cespe/UnB, com um perfil de prova bem diferente do que normalmente ocorre com a FGV.
2. A banca oferece muitas pegadinhas? Como elas podem ser evitadas?
—A disciplina de Português da FGV requer sempre muita atenção, trazendo textos de qualidade e questões que exigem conhecimentos sobre análise sintática, técnicas de interpretação de textos e estilos literários, entre outros. A prova não possui muitas pegadinhas. É uma das bancas mais justas do momento, que não exige comportamento crítico.
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